Depois de muito tempo, eis que finalizo a minha análise de todas as animações da franquia A Kite, o clássico cult que foi uma mistura de thriller de ação com cenas de sexo explícito. Mas ao contrário …
Em meados de agosto de de 2013 eu comentei sobre o primeiro volume do mangá Little Forest de Daisuke Igarashi, apresentando minhas primeiras impressões em relação à obra, ficando em aberto o segundo volume em …
Como combinado, continuação do artigo “Gnósticos Sonham Com Robôs Gigantes? O crescimento do gnosticismo nos animes japoneses, de autoria de Miguel Conner e Elan Gonzales. Nesta segunda parte o autor continua dissertando um pouco sobre …
O ano era 1998, Kite, uma curta série de dois episódios de 26 minutos, apresentava a história trágica de uma jovem assassina manipulada por um policial corrupto, com direito a muito sangue e cenas de …
Em 03 de Novembro de 2015 foi divulgado pelo Dissidência Pop a notícia de que a editora brasileira JBC iria lançar um mangá de autoria de Gou Tanabe com adaptações de contos do autor H. …
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Neste texto procurei analisar um dos animes mais infames de todos os tempos, Narutaru, que sempre acaba figurando naquelas listas de obras mais polêmicas e traumatizantes. Baseado no mangá de Mohiro Kitoh, este anime de 13 episódios pegou muita gente desprevenida em sua estreia. O que começa como mais um dos muitos animes ao melhor estilo Pokémon, desce ladeira abaixo aos poços mais profundos do desespero humano e entrega um dos resultados mais bizarros da história da animação japonesa.
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Quem acompanha o Dissidência Pop há alguns anos sabe que sou um grande fã da obra de Shintaro Kago, um dos maiores nomes do ero-guro da atualidade. Sempre achei que qualquer publicação sua no Brasil seria muito difícil de ocorrer, por ser um artista com um estilo bastante peculiar. Contudo, como estamos em uma era de lançamentos bastante diversificados, consegui, com muito prazer, por minhas mãos na edição nacional de Dementia 21, e é sobre ela que escrevi o presente texto.
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Um estilo de animação pouco usual, elementos de realismo fantástico e expressionismo, além de Mamoru Oshii na produção. Mesmo com todas estas características, Fuujin Monogatari é um anime desconhecido. Contudo, ouso afirmar que este anime entra fácil no meu rol de melhores slice-of-life já produzidos. Neste texto vou tentar explicar os motivos desta pérola escondida do estúdio Production I.G ser um anime completamente único e imperdível.
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A importância de Neon Genesis Evangelion para a história dos animes é indiscutível. Desde o seu lançamento em meados dos anos 90, a obra ainda é lembrada e discutida até hoje, em virtude da infinidade de temas abordados e mistérios ainda sem resposta. O anime conseguiu unir robôs gigantes, um protagonista fora dos padrões do herói clássico e delicados temas psicológicos.
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Todo mundo já está careca de saber que a mitologia do Japão é riquíssima, milhares de anos que formaram uma amalgama entre diversas tradições, tais como o xintoísmo e o budismo. No século XX, a ficção se desenvolveu no arquipélago japonês de forma também notável, dando origem a diversos gêneros de animes e mangás, como o caso dos mechas, os velhos e conhecidos robôs japoneses. E quando temos uma união entre todos estes elementos citados? Em Kamisama Dolls temos justamente isto, um embate entre “deuses”, robôs de madeira ancestrais controlados pela vontade de seu mestre.
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Nos últimos anos, despontou no mercado editorial brasileiro uma grande diversidade de mangás que até então ninguém poderia imaginar que um dia dessem as caras por aqui. Obras incomuns, principalmente de autores que desviam de tudo o que podemos chamar de popular. Muita gente pensou que não havia espaço para este tipo de material neste país. Felizmente estavam errados. E O homem sem talento, de Yoshiharu Tsuge, é um destes bons exemplos, principalmente por, não sem uma boa dose de ironia, ser uma análise profunda da mediocridade da natureza humana.
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“Teria sido o ruído do vento, ou do mar, ou o zumbido nos ouvidos? Acreditava ter avaliado com calma, mas começou a achar que não houvera som algum. Contudo, não havia dúvida de que ele ouvira o som da montanha.” Fugindo um pouco do habitual, mas realizando algo que eu já queria faz tempo, vou começar a resenhar livros de vez em quando, e de quebra, apontar algumas relações com animes/mangás, e para começar, nada mais adequado que um belo exemplar da literatura japonesa, O Som da Montanha, de Yasunari Kawabata, primeiro japonês ganhador do prêmio Nobel, em 1968.
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O que era para ser um projeto inovador e ousado, infelizmente não vingou e rendeu apenas dois episódios até ser cancelado. Estou falando de Twilight Q, uma série lançada em 1987 que teve como inspiração o renomado e mundialmente conhecido seriado de ficção científica e fantasia dos EUA dos anos 50/60, The Twilight Zone. Mesmo prematuramente cancelado, teve grandes nomes envolvidos em sua produção, como Mamoru Oshii. E é justamente sobre estes dois episódios que vou escrever um pouco sobre.
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Como nunca é demais ler um mangá absurdamente bizarro, resolvi analisar desta vez o mangá de comédia e ficção científica Mikake no Nijuusei, de autoria da mangaká Tsubana, sobre uma garota que acaba entrando em um experimento maluco e é dividida em duas, e ela, ou elas, precisam viver em harmonia, sem saber qual delas é a real. Essa é a receita ideal para um mangá surreal.
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Hoje no Dissidência Pop, vou escrever um pouco sobre um mangá que já foi publicado no Brasil, dando continuidade naquele nosso projeto de abordar mangás já publicados em território nacional mas que por uma série de motivos, passaram um pouco despercebidos. O mangá da vez é El Alamein e Outras batalhas, de autoria de Yukinobu Hoshino, que traz uma série de histórias curtas sobre eventos marcantes da Segunda Guerra Mundial.
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