Yume Nikki, ou Diário dos sonhos, como preferir, uma viagem psicodélica pelo mundo onírico de uma garotinha, agora em manga.
Normalmente decidimos assistir um anime após ouvir algum comentário interessante sobre ele ou quando entramos em contato com algum conteúdo dele, como uma cena que nos chama a atenção.
Vocês provavelmente conhecem aquele tipo de obra que no início parece algo descontraído e sem grandes pretensões, até mesmo episódico, mas que ao longo do percurso se revela algo mais substancial enquanto as tramas dos …
Quase todo mundo sabe que Battle Angel Alita é uma franquia que ganhou um novo gás em 2019 com lançamento do filme live action que adaptou parte da história do mangá, e que mostrou que mangás/animes …
Quando 9 dos principais animadores do Japão se reúnem para criar cada um deles um curta sobre o tema “robôs” o resultado é no mínimo fantástico. Nomes como Koji Morimoto (Akira) e Hiroyuki Kitakubo (Mobile …
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Neste texto procurei analisar um dos animes mais infames de todos os tempos, Narutaru, que sempre acaba figurando naquelas listas de obras mais polêmicas e traumatizantes. Baseado no mangá de Mohiro Kitoh, este anime de 13 episódios pegou muita gente desprevenida em sua estreia. O que começa como mais um dos muitos animes ao melhor estilo Pokémon, desce ladeira abaixo aos poços mais profundos do desespero humano e entrega um dos resultados mais bizarros da história da animação japonesa.
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Quem acompanha o Dissidência Pop há alguns anos sabe que sou um grande fã da obra de Shintaro Kago, um dos maiores nomes do ero-guro da atualidade. Sempre achei que qualquer publicação sua no Brasil seria muito difícil de ocorrer, por ser um artista com um estilo bastante peculiar. Contudo, como estamos em uma era de lançamentos bastante diversificados, consegui, com muito prazer, por minhas mãos na edição nacional de Dementia 21, e é sobre ela que escrevi o presente texto.
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Um estilo de animação pouco usual, elementos de realismo fantástico e expressionismo, além de Mamoru Oshii na produção. Mesmo com todas estas características, Fuujin Monogatari é um anime desconhecido. Contudo, ouso afirmar que este anime entra fácil no meu rol de melhores slice-of-life já produzidos. Neste texto vou tentar explicar os motivos desta pérola escondida do estúdio Production I.G ser um anime completamente único e imperdível.
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A importância de Neon Genesis Evangelion para a história dos animes é indiscutível. Desde o seu lançamento em meados dos anos 90, a obra ainda é lembrada e discutida até hoje, em virtude da infinidade de temas abordados e mistérios ainda sem resposta. O anime conseguiu unir robôs gigantes, um protagonista fora dos padrões do herói clássico e delicados temas psicológicos.
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Todo mundo já está careca de saber que a mitologia do Japão é riquíssima, milhares de anos que formaram uma amalgama entre diversas tradições, tais como o xintoísmo e o budismo. No século XX, a ficção se desenvolveu no arquipélago japonês de forma também notável, dando origem a diversos gêneros de animes e mangás, como o caso dos mechas, os velhos e conhecidos robôs japoneses. E quando temos uma união entre todos estes elementos citados? Em Kamisama Dolls temos justamente isto, um embate entre “deuses”, robôs de madeira ancestrais controlados pela vontade de seu mestre.
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Nos últimos anos, despontou no mercado editorial brasileiro uma grande diversidade de mangás que até então ninguém poderia imaginar que um dia dessem as caras por aqui. Obras incomuns, principalmente de autores que desviam de tudo o que podemos chamar de popular. Muita gente pensou que não havia espaço para este tipo de material neste país. Felizmente estavam errados. E O homem sem talento, de Yoshiharu Tsuge, é um destes bons exemplos, principalmente por, não sem uma boa dose de ironia, ser uma análise profunda da mediocridade da natureza humana.
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“Teria sido o ruído do vento, ou do mar, ou o zumbido nos ouvidos? Acreditava ter avaliado com calma, mas começou a achar que não houvera som algum. Contudo, não havia dúvida de que ele ouvira o som da montanha.” Fugindo um pouco do habitual, mas realizando algo que eu já queria faz tempo, vou começar a resenhar livros de vez em quando, e de quebra, apontar algumas relações com animes/mangás, e para começar, nada mais adequado que um belo exemplar da literatura japonesa, O Som da Montanha, de Yasunari Kawabata, primeiro japonês ganhador do prêmio Nobel, em 1968.
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O que era para ser um projeto inovador e ousado, infelizmente não vingou e rendeu apenas dois episódios até ser cancelado. Estou falando de Twilight Q, uma série lançada em 1987 que teve como inspiração o renomado e mundialmente conhecido seriado de ficção científica e fantasia dos EUA dos anos 50/60, The Twilight Zone. Mesmo prematuramente cancelado, teve grandes nomes envolvidos em sua produção, como Mamoru Oshii. E é justamente sobre estes dois episódios que vou escrever um pouco sobre.
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Como nunca é demais ler um mangá absurdamente bizarro, resolvi analisar desta vez o mangá de comédia e ficção científica Mikake no Nijuusei, de autoria da mangaká Tsubana, sobre uma garota que acaba entrando em um experimento maluco e é dividida em duas, e ela, ou elas, precisam viver em harmonia, sem saber qual delas é a real. Essa é a receita ideal para um mangá surreal.
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Hoje no Dissidência Pop, vou escrever um pouco sobre um mangá que já foi publicado no Brasil, dando continuidade naquele nosso projeto de abordar mangás já publicados em território nacional mas que por uma série de motivos, passaram um pouco despercebidos. O mangá da vez é El Alamein e Outras batalhas, de autoria de Yukinobu Hoshino, que traz uma série de histórias curtas sobre eventos marcantes da Segunda Guerra Mundial.
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